A Obra “Ninhos” no Projeto “Imaginário Periférico”

#lembrançasde2005


“É dado destaque aos espaços da periferia, onde exposições são produzidas no intuito de quebrar com a rotina das apresentações no centro da Capital”...”Desenvolver uma visão crítica sobre estas transformações que vêm ocorrendo na baixada tornou-se uma proposta para os integrantes do Periférico...”. Esta era, inicialmente, o pensamento do grupo, apresentar o que acontecia nas artes da periferia. Antônio Filipak, a convite da produção, participou de algumas coletivas com a obra “Ninhos”.

Em entrevista na época, Antônio Filipak, explica a obra “Ninhos”: “Em 1984, ia constantemente a ferros-velhos e depósitos com o sentido de extrair do velho, do renegado pela sociedade de consumo, um significado” e complementa com o poema: - Obras do acaso - O "Olhar" sobrevoa os escombros. Seduzido pousa sobre a história. Iluminado, tem à mão o que o tempo esculpiu. Reciclados, os objetos ganham vida. E o que antes não era percebido, agora "olhado", adquire sentido. Todo esse discurso permeou durante muitos anos a criatividade do autor.


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